Translate

segunda-feira, 23 de março de 2009

Efeitos do treinamento de força

Efeitos do treinamento de força sobre o desempenho de resistência muscular

Fonte: Prof. Esp. Rommel da Silva Leite* Prof. Ms. Pedro Ivo Cardoso Cossenza** Prof. Dr. Roberto Simão**Prof. Msd. Alex Souto Maior**
www.efdeportes.com

A força muscular pode ser definida como a quantidade máxima de força que um músculo ou grupo muscular pode gerar em um padrão específico de movimento, e é considerada uma capacidade física importante para o condicionamento físico não só para atletas como também para indivíduos não atletas (KOMI, 2003). De acordo com Fleck e Kraemer (1999) o termo treinamento de força tem sido usado para descrever um tipo de exercício que requer que os músculos se movam (ou tentem se mover). Assim, funcionam contra uma determinada resistência, sendo que esta é normalmente representada por algum tipo de equipamento, seja em forma de máquinas ou pesos livres. Outros tipos de exercícios como corridas em aclive e pliometria também são considerados como treinamento de força.
Estudos demonstraram que o treinamento de força induz a hipertrofia das fibras do tipo I e II, além disso, gera pouco ou nenhum aumento das atividades enzimáticas associadas à fonte de energia ATP- CP e da fonte de energia da glicólise anaeróbia (FLECK e KRAEMER, 1999). Parece que as alterações nas atividades enzimáticas dependem do tipo de protocolo de treinamento empregado. Entretanto, no que se refere à densidade da mitocôndria e capilar, o treinamento de força parece diminuir ou não causar alteração dependendo do protocolo de treinamento utilizado (MAC DOUGALL et al., 1979). Estas adaptações podem levar a uma atenuação da capacidade oxidativa dos músculos. Sendo assim, após o resultado destes estudos muitos atletas de resistência como corredores de longa e curta distância e triatletas, passaram a não utilizar o treinamento de força muscular temendo comprometer seu desempenho de resistência (FLECK e KRAEMER, 1999).
Alguns estudos sobre treinamento simultâneo de força e resistência têm demonstrado que o treinamento de força muscular não prejudica o desempenho de resistência (BISHOP et al., 1999; GETTMAN e POLLOCK, 1981), enquanto outros estudos demonstraram produzir uma melhora na resistência muscular (HOFF et al., 1999; JOHNSTON et al., 1997; MARCINIK et al., 1981; HICKSON et al., 1980).
O objetivo do presente artigo é fazer uma revisão de literatura a respeito da influência do treinamento de força no desempenho de resistência.
Efeitos do treinamento de força sobre o consumo máximo de oxigênio (VO2 máx.)
O VO2 máximo pode ser definido como a máxima capacidade de captação (pulmões), transporte (coração e vasos) e utilização de oxigênio (principalmente pelos músculos), durante o exercício dinâmico (SILVA e TORRES, 2002). Estudos demonstraram resultados bastante controversos devido, principalmente, aos diferentes protocolos de treinamento utilizados. Estudos em programas de treinamento de força em circuito não produziram aumentos substanciais no VO2 máx de indivíduos sejam atletas ou de indivíduos interessados em aumentar a sua aptidão física (FLECK e KRAEMER, 1999; SIMÃO, 2002). Da mesma forma outros estudos (BISHOP et al., 1999; HOFF et al., 1999; JOHNSTON et al., 1997; HICKSON et al., 1980) relataram haver pouca ou nenhuma alteração no VO2 máx. apesar do aumento na força muscular, quando utilizado o treinamento de força tradicional. Por outro lado, GETTMAN e POLLOCK (1981) estudando um grupo de homens e mulheres saudáveis, verificaram um aumento de 17% no VO2 máx. no grupo que utilizou treinamento de força em circuito combinado a exercícios de corrida, enquanto o grupo que treinou somente força em circuito, aumentou em 12%.
O treinamento de força com altas cargas não é normalmente considerado a ter um impacto sobre o VO2 máx. Entretanto, o VO2 máx. de fisiculturistas competitivos, levantadores de peso olímpicos e levantadores de força atinge de 41 a 55 ml/kg/min (KOMI, 2003), que são valores médios para o VO2 máx.2 . Isso poderia ser interpretado a significar que o treinamento de força pode causar aumento no VO2 máx. em alguns, mas não todos os programas de força. A última explicação é mais plausível. Tais fatores como o volume de treinamento total, os períodos de descanso entre as séries e exercícios envolvendo grandes massas musculares versus pequenas musculaturas poderiam levar em conta diferenças no VO2 máx. entre atletas de treinamento de força de elite.
O treinamento com pesos em circuito consiste de se desempenharem conjuntos de exercícios de 12-15 repetições a 40-60 % de um 1RM com 15-30 segundos de intervalo entre as séries (GETTMAN e POLLOCK, 1981). Esse tipo de treinamento causa um aumento moderado no VO2 máx. de 4 % nos homens e 8 % nas mulheres em 8-20 semanas de treinamento. Um programa de treinamento de força mais tradicional usando 3-5 séries resulta em ganhos moderados no VO2 máx. absoluto (9 %) e relativo (8 %) em um período de 8 semanas (HICKSON et al., 1980; STONE et al., 1983).
Nesse estudo, durante as primeiras cinco semanas de treinamento, 3-5 séries de um exercício de 10 repetições por séries e períodos de repouso de 3-4 minutos entre as séries, foram desempenhados por duas sessões de treinamento por dia em 3 dias alternados por semana. Em dois dias da semana, cinco séries de 10 saltos verticais foram desempenhados, fazendo um total de cinco dias de treinamento por semana. Esse período de treinamento resultou no ganho em VO2 máx. (39,5-42,4 ml/kg/min-1). As duas semanas seguintes de treinamento foram essencialmente iguais às primeiras cinco semanas exceto às três séries, que foram de cinco repetições por exercício que foram realizados. Esse período de treinamento não resultou em maior aumento no VO2 máx. Os resultados desses (HICKSON et al., 1980; STONE et al., 1983) estudos indicam que um grande volume de treinamento típico de força pode resultar em ganhos moderados no VO2 máx. Entretanto, o aumento no VO2 máx. trazido pelo treinamento de força é de uma magnitude menor que os ganhos de 15-20 % normalmente associados com um programa de treinamento tradicional de corrida, ciclismo ou natação (WILMORE e COSTILL, 2001).
De acordo com os estudos, as alterações no VO2 máx. gerados pelo treinamento de força dependem do tipo de protocolo de treinamento utilizado; as mudanças não aconteceram com o treinamento de força tradicional. Entretanto, aumentos do VO2 máx. foram observados a partir do treinamento de força em circuito. O que enfatiza o ponto, de que o tipo de programa afetará as adaptações no VO2 máx., principalmente em indivíduos destreinados. Em indivíduos treinados, essa melhora parece ser hipotética e não baseada em evidências científicas (SIMÃO, 2002).
Efeitos do treinamento de força sobre a economia de movimento
De acordo com ANTONIAZZI et al. (1999) uma melhora na economia de movimento permite ao atleta aumentar a eficiência mecânica e a utilizar menos energia. Assim, auxilia na redução da demanda de oxigênio para realizar os movimentos por mais tempo e por maiores distâncias em uma dada velocidade, podendo gerar aumentos no desempenho de resistência. HOFF et al. (1999) estudaram um grupo de esquiadoras treinadas que participaram de um treinamento de força de alta intensidade específico para membros superiores. O resultado deste estudo demonstrou aumento significativo na economia de movimento de impulso com os bastões. Da mesma forma, o estudo de JOHNSTON et al. (1997) foram encontradas melhoras significativas na economia de movimento no grupo de corredoras de longa distância que participaram de um programa de treinamento simultâneo de força e resistência (corrida em esteira), consequentemente, o grupo que treinou somente resistência não apresentou mudanças significativas. Esses estudos indicam que o treinamento de força melhora a economia de movimento de exercícios de resistência como corrida de longo ou curto período, ciclismo e esqui em indivíduos treinados e não treinados.
Efeito do treinamento de força sobre o limiar de lactato
Segundo WILMORE e COSTILL (2001) o aumento do limiar de lactato é um fator importante na melhora do desempenho de atletas de resistência altamente treinados aeróbiamente. A capacidade de se exercitar numa intensidade elevada sem acúmulo de lactato é benéfica para o atleta, pois a formação de lactato contribui para a fadiga. Estudos demonstraram que o treinamento de força de alta intensidade produz pouca ou nenhuma mudança no limiar de lactato em atletas de ciclismo e corrida (BISHOP et al., 1999; HICKSON et al., 1980). Por outro lado, MARCINICK et al. (1991) observaram que o treinamento de força gerou aumento significativo de 12% no limiar de lactato durante exercícios de ciclismo e corrida com intensidade entre 55% e 75% do VO2 máx. em homens saudáveis não treinados. Eles concluíram que a melhora na performance de resistência foi associada ao aumento no limiar de lactato. De acordo com estes estudos, parece que o treinamento de força é capaz de gerar alterações significativas no limiar de lactato somente em indivíduos não treinados.
Efeitos do treinamento de força sobre o tempo até a exaustão
Aumentar a capacidade do corpo em prolongar esforços repetitivos tanto de alta quanto de baixa intensidade (aumentar o tempo até a exaustão) pode ser considerado como um fator que indica melhora no desempenho de resistência (ANTONIAZZI et al., 1999). HOFF et al. (1999) investigaram esquiadoras treinadas, estudando os efeitos de um programa de treinamento com pesos de alta intensidade. Os resultados apresentaram aumento no tempo até à exaustão tanto para o grupo que utilizou treinamento de força quanto para o grupo de controle, porém, o aumento foi maior para o primeiro grupo. Um outro estudo realizado por HICKSON et al. (1988) demonstraram que o treinamento de força, embora não tenha gerado aumentos significativos no VO2 máx. gerou um aumento de 47% no tempo até a exaustão durante o exercício de bicicleta e de 12% no exercício de corrida pós-treinamento em indivíduos não atletas do sexo masculino. Da mesma forma, outros estudos (MARCINIK et al., 1991; ANTONIAZZI et al., 1999; HICKSON et al., 1988) encontraram aumentos substanciais no tempo até a exaustão também na corrida e ciclismo. De acordo com os estudos, foi observado que apesar de gerar pouca ou nenhuma mudança no VO2 máx., o treinamento de força gera aumentos no tempo até a exaustão em exercícios de corridas de longa ou curta distância, ciclismo e de esqui executados tanto por atletas treinados quanto sedentários.
Efeitos do treinamento de força sobre a freqüência cardíaca
Durante um exercício, ocorrem varias alterações cardiovasculares. Todas apresentam um objetivo comum: permitir que o sistema cardiovascular satisfaça as demandas aumentadas impostas a ele, e que o mesmo realize suas funções com máxima eficiência. A freqüência cardíaca aumenta em proporção direta a intensidade do exercício até se encontrar próximo a ponto de exaustão. À medida que se aproxima desse ponto, a freqüência cardíaca começa a se estabilizar, indicando que está aproximando - se do valor máximo, ou seja, a freqüência cardíaca máxima (WILMORE e COSTILL, 2001).
De acordo com ANTONIAZZI et al. (1999) o treinamento de força isoladamente parece reduzir significativamente a freqüência cardíaca de repouso e tende aumentar não muito significativamente a freqüência cardíaca máxima em uma população com indivíduos sadios, com idades entre 50 a 70 anos que não praticaram nenhum tipo de exercício físico nos seis meses que antecederam o estudo. Por outro lado, alguns estudos que envolveram o treinamento simultâneo de força e resistência, demonstraram haver pouca ou nenhuma mudança na freqüência cardíaca máxima pós- teste (GETTMAN e POLLOCK , 1981; JOHNSTON et al., 1997). Estes estudos indicam que o treinamento simultâneo de força e resistência ou o treinamento isolado de força geram pouca ou nenhuma mudança na freqüência cardíaca máxima.
Conclusão
Com base nos estudos revisados, muitos autores sugerem que o treinamento de força pode ser um valioso auxílio ao programa de exercícios de atletas de resistência como corredores de longa e curta distância, ciclistas e esquiadores. Apesar de gerar pouco ou nenhum aumento no VO2 máx., aumenta a potência anaeróbia, melhora a economia de movimento e aumenta também o tempo até a exaustão de exercícios de corrida, esqui e ciclismo. Sendo assim, seus efeitos parecem ser positivos em relação à melhora no desempenho de resistência.
Referências bibliográficas
· ANTONIAZZI RMC, PORTELA LOC, DIAS JFS. Alteração do VO2 máximo de indivíduos com idades entre 50 e 70 anos, decorrente de um programa de treinamento com pesos. Rev Brasileira Atividade Física Saúde 1999;4:27-35.
· BISHOP D, JENKINS DG, MACKINNON LT, et al. The Effects of resistance training on endurance performance. Med Scie Sports Exerc 1999;31:886-891.
· FLECK SJ, KRAEMER WJ. Fundamentos do treinamento de força muscular. Ed. ARTMED: Porto Alegre, 1999.
· GETTMAN LP, POLLOCK ML. Circuit weight training: a critical review of its physiological benefits. The Phys Sports Med 1981;9:44-55.
· HOFF J, HELGERUD J, WISLORF U. Maximal strength training improves work economy in trained female cross-country skiers. Med Scie Sports Exerc 1999;31:870- 7.
· HICKSON RC, DVORAK BA, GOROSTIAGA EM et al. Potential for strength training to amplify endurance performance. J Appl Phys 1988;65:2285-90.
· HICKSON RC, ROSENKOETTER MA, BROWN MM. Strength training effects on aerobic power and short-term endurance. Med Scie Sports Exerc 1980;12:336-9.
· JOHNSTON RE, QUINN TJ, KERTZIR R et al. Strength training in female distance runners: impact on running economy. J. Strength Cond Res 1997;11: 224 -9.
· MARCINIK EJ, POTTS J, SCHLABACH G et al. Effects of strength training on lactate threshold and endurance performance. Med Scie Sports Exerc 1991;23:739-43.
· MAC DOUGALL JD, SALE DG, MOROZ JR et al. Mitochondrial volume density in human skeletal muscle following heavy resistance training. Med Scie Sports Exerc 1979;11:164-166.
· KOMI PV. Strength and power in sport. Blackwell: London, 2003.
· SILVA AC, TORRES FC. Ergoespirometria em atletas paraolímpicos brasileiros. Rev Brasileira Medicina Esporte 2002;8:107-116.
· SIMÃO R. Fundamentos Fisiológicos para o Treinamento de Força e Potência. Editora Phorte: São Paulo, 2002.
· STONE MH, WILSON GD, BLESSING D, ROZENEK R. Cardiovascular responses to short-term Olympic style weight training in young men. Canadian J Appl Sports Scie 1983;8:134-139.
· TANAKA H, SWENSEN T. Impact of resistance training on endurance performance. Sports Medicine 1998;25:191-200.
· WILMORE JH, COSTILL DL. Fisiologia do Esporte e do Exercício. Editora Manole: São Paulo, 2001.

AULA DIA 23/03/2009

Aula dia 23/03/2009 – segunda-feira

POR FAVOR, TRAZER CAMISETA PARA A PRÓXIMA AULA.

ESTAMOS TRABALHANDO RESISTÊNCIA

150m vai pernada de costas
Volta costas completo
3 X 500m – 1º 500m – crawl intocável – não tocar em lugar nenhum da
Piscina
2º 500m – alternar estilos – trocar a cada 50m – sem parar
Intervalo 2 minutos cada 250m
3º 500m – crawl – sem parar – usar somente R ímpares
Intervalo 15 segundos cada 100m
150m peito
100m pernada medley com prancha
100m medley (25m cada estilo)
800m crawl cada piscina usar R diferente – manter mesmo nº de braçadas e pernadas por piscina
Total: 2800m

quinta-feira, 19 de março de 2009

AULA DIA 20/03/2009 e DIA 21/03/2009

ESTAMOS TRABALHANDO RESISTÊNCIA PARA O NADO CRAWL

Aula dia 20/03/2009 (sexta-feira)
100m costas ou peito
200m medley – vai pernada do estilo
Volta estilo completo
100m braçada (utilizar somente bb de peito, bb costas e bb de golfinho)
2000m crawl – sem parar – descansar somente a cada 1000m – intervalo de 1’ 30” – utilizar um R diferente a cada 100m.
100m costas ou peito
200m medley – vai pernada do estilo
Volta estilo completo
100m braçada (utilizar somente bb de peito, bb costas e bb de golfinho)
Total: 2800m


AULA DIA 21/03/2009 (sábado)
100m costas ou peito
50m pernada medley (½ piscina cada estilo)
50m medley completo (1/2 piscina cada estilo)
50m pernada do seu melhor estilo
50m braçada do seu pior estilo
2 x 500m crawl – sem parar a cada 500m – intervalo de 2 minutos a cada 500m – utilizar um R diferente a cada 50m
100m costas ou peito
50m braçada medley (½ piscina cada estilo)
50m medley completo (1/2 piscina cada estilo)
50m braçada do seu melhor estilo
50m pernada do seu pior estilo
1000m crawl – manter ritmo constante – mesmo nº de braçadas e pernadas por piscina – R livre
Total: 2600m

BOM FIM DE SEMANA!

quarta-feira, 18 de março de 2009

AULA DIA 18/03/2009

AULA DIA 18/03/2009

100m costas
100m pernada medley com prancha
100m costas
100m peito
1200m crawl – cada piscina um R diferente – parar a cada 200m para descansar – intervalo 50 segundos a cada 200m
100m costas
100m braçada medley com pulbói
100m costas
100m peito
200m medley (50m cada estilo)
50m mergulho sem usar pernada e braçada
50m correndo em velocidade máxima
100m golfinho R3
200m escolher seu melhor estilo
Total: 2600m

segunda-feira, 16 de março de 2009

AULA DIA 16/03/2009

Aula dia 16/03/2009 – segunda-feira

150m vai crawl R3 e volta costas duplo
50m correndo de costas
400m braçada medley – 25m só braçada direita – em todos os estilos
25m só braçada esquerda – em todos os estilos
50m braçada normal – em todos os estilos
150m peito
50m mergulho
2 x 100m medley
400m pernada medley – 100m de pernada de cada estilo
Golfinho e costas sem prancha
Crawl e peito com prancha
100m peito – 2 pernadas para cada braçada
100m crawl R6 respira só lado direito
100m costas
100m crawl R8 respira só lado esquerdo
400m medley (100m cada estilo) – sem parar
100m estilo que mais descansa para você
100m livre
100m costas
Total: 2500m

quinta-feira, 12 de março de 2009

DOR DE OUVIDO DO NADADOR

Muitas vezes ao mergulharmos sentimos uma dor no ouvido pode ser leve ou intensa, a questão algo está errado.
profundindade pode ser excessiva para você ou sua saúde não está perfeita no momento.Os motivos da dor podem ser diversos, uma causa comum de dor de ouvido é a obstrução da Tuba de Eustáquio .
Esta se estende da parte posterior do nariz até o ouvido médio.Quando bloqueada, acumula secreção no ouvido provocando dor.Podem causar otites: infecção do ouvido médio, resfriado, sinusite e alergias.Outras causas de dor de ouvido incluem: mudança na pressão do ar, como em aviões, mergulhar rapidamente, algo "preso" no ouvido, excesso de cera, problemas dentários e trauma local.

Dor intensa deve ser tratada por um médico.O tratamento dependerá da causa.Geralmente inclui analgésicos, antibiótico para a infecção e medidas para limpar e desobstruir o canal do ouvido.Entretanto, se a dor for leve ou moderada, e sem outros sintomas associados, você pode apenas adotar as medidas de autocuidado.Um exemplo é a "dor do nadador", que afeta o ouvido externo.PrevençãoMuito pode ser feito para prevenir as dores de ouvido.
Nunca introduza em seu ouvido objetos como cotonete e grampo de cabelo, ou o seu dedo.
Utilizá-los para coçar ou limpar o ouvido pode machucar o canal e até o tímpano.

Ao assoar o nariz, faça-o suavemente, uma narina de cada vez. Não fume.

O cigarro e o fumo passivo pode aumentar o risco de obstrução da Tuba de Eustáquio.


Perguntas a fazer
Além da dor no ouvido você sente alguns dos sintomas abaixo?
- Pescoço duro
- tenso
- febre
- tontura
- náusea ou vômito

Em criança:

ela não responde a nenhum som, mesmo ao estalo de dedos ou à batida de palmas?
Existe algum dos sinais de infecção:
- febre igual ou acima de 38,9o C;
- saída de secreção do ouvido, espessa, esverdeada ou com sangue;
- dor severa e/ou que aumenta ao balançar ou tocar a orelha.
A criança apresenta alguns dos sinais: (Esses sinais são especialmente importantes após resfriados, gripes, viagens de avião, ou se a criança tiver história prévia de problemas de ouvido)
- Febre;
- choro prolongado;
- ouvido quente e doloroso ao toque;
- constantemente toca, puxa ou aperta a orelha/ouvido;
- irritação, agitação ou comportamento estranho, principalmente à noite ou quando deitada.
A dor é persistente, intensa ou apareceu após alguma das situações?
- Trauma no ouvido;
- assoar o nariz com força, várias vezes;
- ter colocado qualquer tipo de objeto no ouvido;
- gripe, sinusite ou outra infecção das vias aéreas;
- nadar com a dor se tornando intensa ao puxar ou tocas a orelha;
- exposição a ruídos muito altos (exemplo: concertos de rock).
A dor está associada a perda da audição, zumbido, tontura ou náusea?
Algum objeto pequeno ficou preso em seu ouvido ou algum inseto entrou e você não consegue remove-lo? A dor de ouvido está associada a dor na articulação mandibular, dor de cabeça ou presença de estalo ao abrir/fechar a boca
Para diminuir a dor:
Coloque sobre o ouvido uma toalha aquecida ou bolsa térmica (calor baixo) ou bolsa de água quente. Cuidado para não colocar com calor muito intenso e provocar queimaduras na pele.
Tome analgésicos comuns
Para desobstruir a Tuba de Eustáquio e facilitar sua drenagem:
Sente-se
Durma com a cabeça elevada
Boceje (movimenta os músculos que abrem a Tuba de Eustáquio)
Masque chiclete ou chupe bala dura (não dar para crianças abaixo de 5 anos). Esta medida funciona principalmente em casos de mudança de pressão durante viagens aéreas, mas também é útil quando se acorda no meio da noite com dor de ouvido.
Permaneça acordado durante pousos e decolagens de avião
Tome um descongestionante, o que ajuda a secar e diminuir a produção da secreção que obstrui o ouvido provocando a dor.

Não use descongestionante nasal por mais de três dias sem orientação médica.
Use descongestionante:
- Ao primeiro sinal de gripe, se você costuma ter dor de ouvido quando gripado- Uma hora antes da decolagem e do pouso, se você estiver com gripe ou secreção nasal/sinusite.
Delicadamente, mas com firmeza, "assoe" o nariz tampando as duas narinas até ouvir um estalo. Isto ajuda a drenagem do ouvido, e pode ser feito várias vezes ao dia exceto quando houver secreção nasal ou dor.
Mantenha a criança sentada ao dar a mamadeira
Em viagens de avião, dê mamadeira ao bebê durante pousos e decolagens
Tratamento de casos leves de "dor de ouvido do nadador":
O objetivo é limpar e secar o canal do ouvido externo sem machucar a pele.
Balance a cabeça para expelir a água
Seque o canal do ouvido.Pegue um lenço facial limpo, torça sua ponta e introduza-a no canal por 10 segundos. Repita no outro ouvido como um novo lenço.
Caso a água não saia, pingar 2 gotas de álcool em cada ouvido
Não retire a cera do ouvido. Ela forra e protege o canal.
Não use cotonetes
Para evitar a "dor de ouvido do nadador":
Use plugues de ouvido de cera ou silicone, que são macios e podem ser moldados para encaixar no ouvido. São encontrados em farmácias e lojas de artigos esportivos
Use touca para evitar a entrada de água nos ouvidos
Não nade em águas sujas
Nade na superfície da água ao invés de mergulhar Em casos de inseto no ouvido:
Ilumine o ouvido. A luz pode provocar a saída do inseto
Se o inseto não sair com a iluminação do ouvido, pingue 2 gotas de álcool para matar o inseto e procure um médico para remove-lo do ouvido
Não tente retirar o inseto com objetos como pinças, etc.

Crianças pequenas ao iniciar a natação por estarem em formação e possuírem maior sensibilidade auditiva muitas vezes apresentam otites crônicas.
As dicas acima também valem para esses casos porém se a imunidade não contribui para a prática é aconselhavel diminua a prática aquática ou suspenda totalmente até obter um resultado satisfatório, ou seja a cura.
Mas principalmente ao sinal de dor procure um especialista, ou seja um médico.

AULA DIA 14/03/2009

Aula dia 14/03/2009 – sábado
100m pernada de crawl com braçada de peito
100m pernada de peito com braçada de costas
100m pernada de costas com braçada de golfinho
100m pernada de golfinho com braçada de crawl
150m seu melhor estilo
200m medley – vai pernada do estilo
Volta braçada do estilo
150m costas
200m medley – vai só braçada direita do estilo
Volta só braçada esquerda do estilo
100m crawl R4 respirando só lado esquerdo
200m medley – vai pernada do estilo
Volta estilo com 2 braçadas de cada lado
100m crawl R4 respira só lado direito
300m medley (75m cada estilo)
100m crawl R3
100m peito R2
2 x 100m medley sem parar
2 x 100m medley vai pernada do estilo
Volta braçada do estilo seguinte
100m livre
100m golfinho
Total: 2600m